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> publicada em 08/12/2005
> para 999 assinantes | veja em www.aoleitor.matrizmkt.com
:: (*) mais de 1.100 assinantes, em 05/01/06
SÍTIO PESSOAL COM MIL ASSINANTES... E DAÍ???
999 assinantes(*), bons problemas à vista; mas até onde Vale a pena?
Em 08 de dezembro de 2005 (*), MatrizMKT chegou a 999 assinantes. A maioria veio em busca da folhinha de brinde. Conte lá: www.999.matrizmkt.com (esse arquivo do www.YMLP.com armazena todas as cartas enviadas desde 2001).
¶ Mil assinantes é o tipo do bom problema. O serviço de newsletter deixa de ser gratuito a partir esse limite. E isso muda muita coisa.
¶ Várias opções de folhinhas e agendas geram um custo de download razoável, fora o tempo e esforço para manter tudo funcionando. Se o retorno é zero real, a coisa fica complicada.
¶ A solução é equilibrar a contas. Meta para 2006. A conferir. Ou não. Como muita coisa criada nessa tal de web.
A IDÉIA DE oferecer brindes é manjada desde os gregos. Naquela época, eles mandavam cavalos de madeira; hoje em dia, qualquer PDF faz as vezes de presente, com a vantagem de que esse tipo de mimo não contém exércitos invasores. Melhor assim. (Quanto aos cavalos de tróia atuais, que tentam invadir computadores ingênuos, sem comentários... ô, racinha, essa espécie humana).
Na web das boas intensões, a invasão vai para cima do dono da brincadeira. Não há o que reclamar, no caso deste sítio. A procura pela folha de planejamento quadrissemanal é um sinal positivo, sob todos os aspectos. Menos um: representa mais custos fixos, para manter tudo funcionando. Vale a pena, se o retorno é zero din-din?
Alguém já disse que a web é cruel com o pequeníssimo ator. Quando o show tem algum sucesso, o resultado pode ser um prejuízo só... Popularidade na web significa mais banda de acesso ao site; e quanto mais pessoas acessam o site, mais consumo de link, estourando a cota permitida.
A conta pode ficar cara—e cada vez mais cara... No caso deste sítio, que usa e abusa de serviços gratuitos, o resultado imediato de ter mais de mil assinantes é perder a gratuidade do serviço de cadastro e manutenção de newsletter, o até então excelente YourMaillingListProvider, já comentado aqui há tempos. A paulada é de U$15 por trimestre. Sim, dólares...
Aqui também não há o que reclamar. Desde 2001, esse honesto sistema de correspondência ajudou a manter as coisas andando. O problema é que enviar uma cartinha para mais de mil assinantes já credencia este sítio, e qualquer um, a sair do café-com-leite e jogar mais a sério a brincadeira.
Então não vai ter jeito, é uma reação em cadeia: se o YMLP começa a cobrar, a solução é encontrar formas de deixar a brincadeira um pouco mais rentável, o que não é fácil. Anúncios do Google já andam um pouco nessa direção. Seria um bom caminho se fosse simples receber nas terras brazucas o din-din gerado lá nos campos do Tio Sam. Mas não é.
Claro que algum engraçadinho vai sugerir: “cadastrar para quê, deixe tudo livre”. Ou então: mude para algum outro serviço de newsletter gratuito. Ou qualquer “solução” nessa linha.
Mas não é tão simples. Primeiro: o cadastro gera massa crítica ao site, um número confiável para avaliar seus resultados. É algo que pode ser mostrado. É algo que emite sinais de audiência, quando as coisas chegam a algum resultado positivo ou negativo: se a comunicação é uma bobagem, as pessoas se manifestam, cancelando a assinatura, por exemplo. Isso é importante, um retorno que o simples download livre não proporciona.
Segundo: não é simples abandonar um serviço que funciona e investir mais tempo e mais esforço tentando localizar outra solução igualmente gratuita e, ao mesmo tempo, simples e eficaz. Ademais, existe a noção do apoio mútuo, uma espécie de código de ética não-escrito.
O YMLP efetivamente ajudou este site a chegar nessa marca. É justo pagar algo em troca. Afinal, o mentor desse serviço, um sujeito chamado Patrick Van Acker, me parece igualmente na sinuca de bico de muitos outros: oferecer algo razoável—e receber algo razoável em troca. Não há nenhum mal nisso.
Por fim, a luta agora é buscar alguma rentabilidade a partir de uma idéia de brinde que se mostra bastante popular, pelo menos para cobrir alguns custos. Ou então dividir o site em dois: de um lado, os (poucos) interessados por livros e serviços; do outro, os (muitos) interessados por folhinhas, calendários e agendas de planejamento.
Por trás da decisão simples, a questão estratégica antiga: o que é melhor na web, ou fora dela, dividir (e focar) ou concentrar (e engordar)?
Coisas para 2006...
sobre e-books? www.LIVRO.matrizmkt.com
sobre este site? www.MAPA.matrizmkt.com
matriz de marketing, comunicação e negócios [ por Cassiano Polesi ]
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